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Como não deixar as emoções interferirem no seu trabalho

Muita gente confunde e acha que emoção e sentimento são a mesma coisa. Na realidade, são bem diferentes e quase sempre difíceis de distingui-los. Nesse artigo, mostramos a diferença entre os dois e exemplos!


Muita gente confunde emoção com sentimento. Sentimento é uma elaboração sofisticada do nosso cérebro, que nos faz descobrir como nos sentimos em relação a alguma coisa ou alguém, de acordo com nosso historial de vida e uma série de experiências e memórias.

A emoção é imediata. É a parte animalesca do nosso corpo. Vamos imaginar que você está no meio da selva e encontra um leão. Se você for racionalizar o sentimento, vai calcular quanto o leão corre, quanto você corre, vai pensar em rotas, vai talvez sentir vontade de acariciar o leão ou observá-lo. E, até isso tudo acontecer, ele vai atacar. Por isso, o nosso instinto mais primário protege-nos e emana um sentido de proteção ao nosso corpo. Você vê um leão e corre. E isso é pura emoção.

Podemos dizer que entre a informação e o sentimento existe uma série de emoções processadas. E se não estivermos preparados, a emoção pode falar mais alto no nosso dia a dia.

Você pode ser ou já ter trabalhado com alguém explosivo. Aquele colega que não aceita feedback ou que tem reações exageradas quando lida com dificuldades. Pode ser, falar mais alto, ausentar-se do posto de trabalho para chorar ou simplesmente congelar, sem reação – a violência nem sempre é expressada com atitudes físicas.

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Trabalhamos oito horas por dia, entre cinco e seis dias por semana. São mais de duas mil horas por ano no ambiente do trabalho. Isso quer dizer que dos 365 dias do ano, você passaria mais de 100 trabalhando sem pausas se o trabalho fosse ininterrupto. Quando não temos ferramentas que nos ajudam a lidar com esse ambiente - muitas vezes competitivo e desafiador - baixamos a guarda e deixamos as emoções mais primitivas virem à tona. E adoptamos uma postura enfraquecida, que pode comprometer toda a nossa carreira, dificultar relações e, até mesmo, inflamar conflitos.

Para tentar agir com calma, ainda que com várias emoções emanando em nosso corpo, precisamos convocar o nosso lado racional e entender, de forma objetiva, o que está a acontecer. Se alguém disse algo com o qual não concordamos e essa pessoa está num momento de emotivo, talvez seja melhor esperar um pouco até mostrar um contraponto. E, quando o fizer, é importante não utilizar expressões pessoais como “você deixou-me chateado”, mas frases que falem do trabalho, como “eu não concordo com a solução apresentada”.

Dentro do ambiente corporativo e também nas nossas casas e com amigos, a forma de lidar com as pessoas pode influenciar não apenas na qualidade de nossas relações, mas também de que forma somos interpretados. Entender de onde vêm os impulsos e raciocinar sobre nossas atitudes enquanto estamos emocionados faz toda a diferença.

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