Blog

Você está em: HomeBlogInteligência Relacional: Uma aliada na gestão.

Inteligência Relacional: Uma aliada na gestão.

por Liz Cunha

Quando pensamos num relacionamento saudável ideal, seja na esfera pessoal ou profissional, alguns requisitos vem a mente. Respeitar limites pode estar no topo deles. Descendo a ladeira nos deparamos com o reconhecimento das características peculiares de cada um. As conhecidas individualidades, que assim como a impressão digital, são a identidade que nos difere em meio a uma multidão dessas que encontramos numa estação de metrô.

Gestores de sucesso são inevitavelmente especialistas na condução desses vagões que tão bem desenham a rota na arte de se relacionar. Talvez porque antes de conduzir percorreram o caminho sozinhos, alinhando trajetos, desbravando lugares desconhecidos, reencontrando saídas e com conhecimento de causa sabem qual a rota mais segura rumo aos objetivos de todos que embarcaram.

Essa capacidade, de emitir e receber, ou seja, comunicar com precisão, é uma das mais assertivas para um gestor quando falamos de inteligência relacional. Desse equilíbrio entre racional e emocional, advém a compreensão das relações como via de mão dupla. E nesse ponto o respeito aos limites e a individualidade garantem uma interação evolutiva e benéfica, extraindo dos profissionais o grau máximo da sua potencialidade.

Devido a essa e a uma série de outras constatações, o campo corporativo tem sido visto como uma escola para exercício dessa modalidade de inteligência. Por que têm se evitado o atalho mais seguro, da extinção das diferenças. Longas rotas têm sido percorridas, exigindo que pessoas dos mais diferentes níveis, crenças e formações sejam “forçadas” a conviver e estabelecer conexões perseguindo um único objetivo de ponta. Nessa convergência, a comunicação sem ruídos tem a capacidade de expandir horizontes e solidificar relacionamentos.

Com base nisso a pergunta a seguir tende a ser: Como aprimorar essa capacidade? Primeiro, ninguém se torna inteligente do dia para noite. Desenvolver uma nova habilidade exige exercício.

Ter o domínio sobre as suas emoções pode ser a porta de entrada. Reconhecer padrões viciosos de comportamento e entender o porquê reaciona a determinadas situações sempre da mesma maneira. Ao tomar consciência disso, pontos de melhoria podem ser trabalhados, crenças limitantes quebradas para que se chegue ao propalado autocontrole tão difundido nas relações de hoje.

COMPARTILHE:
ÚLTIMOS COMENTÁRIOS

Todos os direitos reservados. IEneagrama. 2019

Desenvolvido por: DBlinks - Agência Digital